O trabalho busca identificar as condições de trabalho, como se dá a transmissão de conhecimentos, os territórios de atuação, os modos e a transmissão de saberes de trancistas negras de todo Brasil
O reconhecimento da profissão de tracista pelo Ministério do Trabalho e Emprego valoriza tradição africana no Brasil, impulsiona carreira milhares de pessoas e gera renda e trabalho. Esse fato é um marco para essas profissionais. Outro passo importante para quem atua com esta tradição é o mapeamento nacional e do Distrito Federal (DF), através da 2ª edição do projeto Tranças no Mapa.
A iniciativa do mapeamento das trancistas é gratuita tem como base a dissertação de Layla Maryzandra Sankara, no Mestrado em Sustentabilidade de Povos e Territórios Tradicionais, mapeia a atuação de trancistas negras e valoriza sua contribuição cultural e histórica. O projeto conta com o financiamento do Fundo de Cultura do Distrito Federal.

O trabalho busca identificar as condições de trabalho, como se dá a transmissão de conhecimentos, os territórios de atuação, os modos e a transmissão de saberes de trancistas negras de todo Brasil são as iniciativas desta segunda edição do projeto Tranças no Mapa que busca por meio do Mapeamento Colaborativo Digital construir o 1º acervo digital Iconográfico com diversidade de imagens de tranças inseridas pelas próprias trancistas.
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Por meio de geotecnologia e metodologias participativas, o estudo construiu a primeira cartografia sociocultural da região, conectando histórias de resistência e ancestralidade.
“Essa pesquisa preenche uma lacuna histórica sobre as trajetórias de mulheres negras e seu ofício, que vão além da estética para abordar raça, gênero e território”, explica a pesquisadora.
O projeto dá continuidade aos mapeamentos realizados em 2021 (nacional) e 2023 (DF e Entorno), ampliando agora sua abrangência territorial e incorporando a dimensão iconográfica do ofício de trançar, fortalecendo o reconhecimento do ofício como patrimônio cultural.
Inscrições Mapeamento Trancistas
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link para participar do Mapeamento.
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